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Ubuntu 32 bits reconhecendo 4 gb de memória ram

Para que o Ubuntu possa reconhecer 4 gb de ram ou mais em versões de 32 bits, basta instalar o Kernel da versão servidor.
No Terminal, execute os comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install linux-headers-server linux-image-server linux-server

Reinicie e está feito.

Testei no Ubuntu 9.04 e no Ubuntu 9.10.

Fonte

Esta dica também foi publicada no blog do André Gondin

NOTA IMPORTANTE:
O que se segue não é a forma oficial de actualizar o Ubuntu Desktop, podem ocorrer problemas que ponham em causa do funcionamento do sistema. É a forma recomendada de actualizar a versão server mas funciona sem problemas no desktop, pelo menos para mim. Fazer backups antes duma actualização é sempre recomendado.

Neste artigo irei mostrar como se actualiza o Ubuntu para a versão seguinte, através do terminal. Isto funciona numa consola local ou mesmo remotamente via SSH (estou neste momento a terminar uma actualização nestes termos).

  1. Abrir um terminal: gnome-terminal, consola virtual, sessão telnet, sessão SSH, qualquer coisa com acesso de confiança para não perder o processo a meio.
  2. Instalar o pacote update-manager-core:
    sudo apt-get install update-manager-core
  3. Para instalar para a próxima versão estável (por exemplo ubuntu 8.10 para 9.04)
    sudo do-release-upgrade
  4. Caso seja para a próxima versão em desenvolvimento (por exemplo ubuntu 9.04 para ubuntu 9.10 alpha4)
    sudo do-release-upgrade -d
  5. Esperar pelo processamento e responder às questões que o programa irá colocar, lendo sempre o que é pedido para não ter surpresas.
  6. Após o fim do processo reiniciar a máquina e esperar que tenha corrido tudo bem.

Na minha opnião este processo é mais simples em termos da sua acessibilidade do que usar o update-manager gráfico.

Instalação do ATK e AT-SPI via Git

Desde a mudança do GNOME para o sistema de controlo de versões Git que nunca mais se falou em instalar o ATK e o AT-SPI dos repositórios. Não sei se se deve a não existir essa necessidade ou ao facto dos repositórios não terem sido publicitados em grande escala… Seja como for seguem as instruções para a instalação do ATK e do AT-SPI dos respectivos repositórios Git, do ramo master que contém o código mais recente.

Instalação das Dependências

No Ubuntu 9.04 (distro que uso à data da escrita) terá de ser executado o seguinte comando para que o sistema satisfaça as dependências necessárias:

sudo apt-get build-dep libatk1.0-0 libatspi1.0-0

Download, Compilação e Instalação

Os procedimentos na instalação do ATK ou do AT-SPI são equivalentes, seguem no entanto os dois para mais fácil referência. Estas instruções criarão automaticamente duas pastas chamadas atk e at-spi na directoria actual.

ATK

git clone git://git.gnome.org/atk   #apenas da primera vez, das seguintes fazer git pull na directoria
cd atk
./autogen.sh --prefix=/usr
make
sudo make install

at-spi

git clone git://git.gnome.org/at-spi   #apenas da primera vez, das seguintes fazer git pull na directoria
cd at-spi
./autogen.sh --prefix=/usr
make
sudo make install

Notas

  • Se bem se lembram ainda existia o GAIL. Este componente foi integrado no GTK, para actualizá-lo será necessário actualizar o GTK.
  • git pull actualiza o repositório, depois basta recompilar e reinstalar com os comandos apartir do ./autogen.sh --prefix=/usr

Dica sovre memória Swap

Complementando a dica do colega Vilmar, quando deixamos o computador ligado por muito tempo e notamos uma certa lentidão, podemos melhorar seu desempenho esvaziando a memória Swap. Para isto, execute no Terminal os comandos:

sudo swapoff -a

O comando acima desativa o uso da memória Swap.

sudo swapon -a

Agora com este comando acima ativamos novamente a memória Swap e com isto ela estará vazia para uso novamente pelo sistema.

A memória virtual é um recurso utilizado pelos sistemas operacionais para aumentar a quantidade de memória disponível no seu computador.
Ela é usada quando a memória RAM está totalmente utilizada pelos aplicativos em execução. Quando um aplicativo precisa de uma área de memória e não existe na memória ram espaço suficiente para atender a essa demanda, o sistema salva na memória virtual partes de outros programas que ocupam a memória ram, liberando espaço para atender a demanda. As partes salvas na memória virtual voltarão para a memória ram quando necessário.

Quando se instala o linux é normalmente reservado uma partição para a memória virtual. Essa partição é conhecida como área de swap.
Existe uma regrinha que geralmente a gente não segue, pela qual deveriamos reservar um espaço equivalente ao dobro da memória ram para a memória virtual. Por essa regra, se a memória ram é de 1MB, deveriamos reservar 2MB para a memória virtual.

No linux o comando swapon -s mostra a o tamanho total da memória virtual e a quantidade utilizada.

A memória virtual também é finita, e acaba como a memória ram.
Felizmente á possível aumenta-la desde que você tenha área em disco disponível.

Pode-se aumentar o tamanho da partição atualmente utilizada para a área de swap.
Pode-se criar uma nova partição para a área de swap e o sistema passa a trabalhar com duas partições.
Pode-se ainda trabalhar com um arquivo comum, o que facilita bastante o processo. nesse caso o sistema vai utilizar a partição já existente e um arquivo comum.

Até o kernel 2.6, o uso de arquivos como área de swap não era recomendado pois existiam problemas de performance. Isso foi resolvido no kernel 2.6.

Chega de conversa fiada e vamos aos passos para extendermos a memória virtual utilizando um arquivo.
Nesse exemplo vou adicionar mais 1 giga na memória já existente.

1) Crie um arquivo com o tamanho de 1 giga utilizando o seguinte comando:
sudo dd if=/dev/zero of=/var/swapfile1 bs=1M count=1024
Atenção pois o M que vem depois do número 1 é maiusculo.
/var/swapfile1 é um nome qualquer, você pode utilizar outro nome e o arquivo pode ser colocado em qualquer diretório.

2) Informe ao sistema que o arquivo criado no passo anterior será um arquivo utilizado para swap. Para tal utilize o seguinte comando:
sudo mkswap /var/swapfile1

3) Instrua o sistema para que ele utilize o arquivo criado nos passos 1 e 2 utilizando o seguinte comando:
swapon /var/swapfile1

Se tudo correu como deveria, você acaba de adicionar mais um giga de memória na área de swap do seu sistema. Com pouco trabalho e sem precisar tirar o sistema do ar.

Para confirmar se tudo está ok, utilize o seguinte comando:
swapon -s

Falta ainda um pequeno detalhe, pois quando você fizer um reboot o que foi feito no passo 3 será perdido.
Para evitar esse transtorno, inclua no arquivo /etc/fstab a seguinte linha:
/var/swapfile1 swap swap defaults 0 0

Troque /var/swapfile1 pelo nome do arquivo que você criou no passo 1.
Bastante atenção ao editar o arquivo /etc/fstab, faça uma salva antes.

Alguns comentários:
Na minha mãquina eu não tenho partição para a área de swap, só arquivos. Quando fui instalar o 9.04 eu já tinha 4 partições criadas no hd. Instalei sem área de swap e depois adicionei um arquivo.

Você pode criar mais de 1 arquivo e misturar o uso de arquivos e partições para a área de swap.

Caso você não queira mais utilizar um arquivo ou partição como área de swap, utilize o comando swapoff da seguinte forma:
swapoff /var/swapfile1
Naturalmente você deve trocar /var/swapfiel1 pelo nome do arquivo ou partição e remover a entrada equivalente no /etc/fstab.

Escrevi um outro dia um post mostrando como montar partições automaticamente com o início do sistema, editando o arquivo /etc/fstab.
Mexendo um pouco mais por aqui, encontrei uma nova maneira de se fazer isso, talvez um pouco mais prática:
Supondo que queiramos a partição /dev/sda3, por exemplo, montada e pronta para uso assim que o sistema carregar, basta seguir esses passos:

  1. Vamos ao menu principal/sistema/preferências/aplicativos de seção e pressionamos enter.
  2. Procuramos, com a tecla tab, o botão "adicionar" e pressionamos a barra de espassos.
  3. Temos então um campo editável, onde podemos dar um nome ao que estamos adicionando.
  4. Pressionando a tecla tab, estaremos no campo editável onde vamos inserir o seguinte comando:
    gnome-mount --device /dev/sda3
    Se quisermos um ponto de montagem específico para a partição, podemos colocar o comando da seguinte forma:
    gnome-mount --device /dev/sda3 -m ponto_de_montagem
    Devo lembrar que a pasta que usei como exemplo, "ponto_de_montagem" não precisa ser criada por nós na pasta /media, pois o aplicativo gnome-mount, gentilmente, fará isso por nós, toda vez que o sistema for iniciado.

  5. Pressionamos a tecla tab novamente e estaremos no campo editável onde, caso queiramos, podemos inserir um comentário.
  6. Pressionaremos a tecla tab até localizarmos o botão "adicione" e em seguida, barra de espassos.
  7. Tab novamente até o botão "fechar" e já podemos reiniciar o computador para termos nossa partição devidamente montada!

Montar Partições Automaticamente

Montar discos e partições automaticamente pode ser muito
confortável para quando, por exemplo, estivermos ouvindo música e
precisarmos rodar justamente aquela pasta que se encontra em uma
partição ou em um hd que ainda não está montado. Então, vamos por mãos à
obra!
Primeiramente, precisamos criar a pasta ou pastas onde serão
montadas as partições. Vamos ao terminal e digitamos:
sudo mkdir /media/teste
Para cada partição que vamos montar, devemos criar uma pasta em
/media, com o comando acima.
Agora, vamos editar o arquivo fstab:
sudo gedit /etc/fstab
Para cada tipo de partição, a linha, que deve ser inserida no final
do arquivo fstab, tem conteúdo diferenciado.
Para verificar o tipo de suas partições, faça no terminal:
sudo fdisk -l
Vamos pegar como exemplo a pasta "teste" criada anteriormente e
montaremos a partição sda3.

fat32:

/dev/sda3 /media/teste vfat defaults,utf8,umask=007,gid=46 0 1

NTFS:
Neste caso, substitua "XXXX" pelo uid de seu usuário. Poderá verificar
isso digitando no terminal:
id nome_do_usuário

/dev/sda3 /media/teste ntfs,uid=XXXX 1 0

Ext3:
/dev/sda3 /media/teste ext3 defaults 0 2

Reiserfs:

/dev/sda3 /media/teste reiserfs defaults 0 2

Agora, basta salvar o arquivo e reiniciar o computador. Se tudo correu bem, teremos as partições já montadas assim que o sistema carregar!

Ubuntu -- Instalar placa Wireless Atheros no Asus EEE-PC

Caro leitor!!!

No tutorial abaixo descrevo como fazer a placa wireless Atheros funcionar no Asus EE-PC

Acesse Sistema–>Administração–>Hardware Drivers, desabilite o Atheros Hardware Access Layer (Hal) e reinicie o computador

Certifique-se de estar com o cabo de rede plugado ao EEE-PC.

Continuando…

Vá para o Terminal e execute os seguintes passos:

1 -- Instale o pacote build-essential:

sudo ap-get install build-essential

2 -- Baixe o driver da madwifi:

wget http://downloads.linuxxacessivel.org/madwifi-hal-0.10.5.6-current.tar.gz

3 -- Descompacte o driver baixado:
tar zxvf madwifi-hal-0.10.5.6-current.tar.gz
4 -- Acesse o diretório onde odriver foi descompactado e faça a instalação:

cd madwifi-hal-0.10.5.6-r3942-20090205

make
sudo make install

5 -- Edite o arquivo /etc/rc.local

sudo gedit /etc/rc.local
Adicione as linhas abaixo antes do comando exit 0

modprobe ath_pci
modprobe wlan_scan_sta

Salve e feche o arquivo.
As linhas acima servem para ativar os módulos da placa quando o sistema é carregado.

6 -- Reinicie o computador

Se tudo ocorreu como esperado, sua placa Wireless já estará funciionando no EEE-PC

Criando imagem iso de um cd no linux

Olá pessoal! trago-lhes uma dica que pode ser muito importante para quem necessita, muitas vezes gerar uma imagem apartir de um cd. Para gerar a iso de um cd, digite o seguinte comando em um terminal:

 

dd if=/dev/cdrom of=nomedaimagemiso.iso bs=2048
obs: substitua o /dev/cdrom pelo caminho do dispositivo onde está o seu
drive de cd. normalmente no ubuntu é assumido o /dev/cdrom.
nomedaimagemiso.iso é o nome da imagem que se deseja criar. por ex:
ubuntu810.iso.

O parâmetro bs=2048 diz que é para lê o cd em blocos de 2 KBytes. Sem
esse parâmetro o valor assumido será de 512 bytes. Neste caso, a imagem
iso não será compatível.
    bom, é isso! qualquer coisa mande um comentário!

A GRML (pronuncia-se "grémel") é uma distro derivada do Knoppix e do Debian criada por um pequeno time alemão, destinada a administradores de sistemas e em geral a quem gosta de ferramentas textuais. Hoje a versão mais nova é a 2008.11; a página do projeto em Inglês é:
http://grml.org/

o live CD é cheio de programas de console para tudo, como vários interpretadores (shells), programas para configuração de redes, recuperação de dados e HDs, editores e processadores como o LaTeX, segurança e criptografia, etc. Tem também vários scripts para configurações básicas. No CD não tem nenhum ambiente gráfico, mas como a distro diz ser cem porcento compatível com o Debian, teoricamente pode-se instalar qualquer coisa dos repositórios.

Testei a GRML algumas vezes; segue um pouco do que apreendi dela:

A distro vem com o leitor de telas Speakup; para ativá-lo, escreva durante os trinta segundos do início do boot "grml swspeak" e pressione Enter. Quando o boot termina você ouve a mensagem "finished booting"; escreva então "swspeak" e pressione Enter. O ESpeak entra falando e já pode então usar o Speakup.

Existem outros parâmetros que eu gosto de colocar na linha de comando ao início do boot, esteja num CD de verdade ou dentro de uma máquina virtual. É o caso do "noeject" se não quiser que o sistema ejete o CD quando você encerrar; "noprompt" se não quiser que se mostre a mensagem para retirar o CD e pressionar Enter quando você encerrar o sistema.

Sugiro usar também o "noquick" para que ao terminar o boot ele não exiba automaticamente o script de configuração rápida do sistema. Se esse script for exibido você tem que pressionar q para voltar ao prompt e poder digitar "swspeak" para ativar a fala.

Existe também o parâmetro "lang=pt_BR" que deveria pôr o sistema em Português mas acho que ainda não foi traduzido pois aqui o idioma não mudou.

Juntando todos os parâmetros, a linha de comando que eu costumo digitar ao início do boot fica então assim:
grml lang=pt_BR noeject noprompt noquick swspeak

Depois de ativar a fala pode digitar "grml-quickconfig" para ver um script que apresenta opções como configurar a rede, menu de aplicações, configurar o teclado, instalar o sistema no disco, etc. No menu de aplicações, por exemplo, pode-se não apenas escolher entre várias categorias de programas como também executar comandos básicos como listar e mudar de diretórios.

Como o sistema me pareceu ótimo para as horas que se precisa fazer alguma manutenção na máquina e mesmo para conhecer melhor os programas que ele trás, tentei instalá-lo no HD com o intuito de pôr a voz em Português e remasterizar, mas eu queria usar o grub como gerenciador de boot; o instalador usa o Lilo por padrão e não me deixou mudar, não sei se pelo fato de eu ter tentado instalar numa partição lógica ao invés de primária; a documentação, ao menos, diz que essa opção de escolher o grub existe. Tem um arquivo de configuração que pode ser preparado para instalar o sistema de modo completamente automático e aí se pode escolher o grub, mas até agora não tentei fazer isso.

De qualquer modo, foi ótimo para mim em particular quando conheci essa distro um tempo atrás, pois minha máquina não se tem dado bem com as últimas versões do Ubuntu e eu ficava sem live CD para alguma emergência eventual. Fica portanto a dica para os aficionados.

Kernel do ubuntu 8.10 otimizado para o EEE-PC da Asus

Para quem tem um EEE-PC da Asus, uma boa dica é atualizar o Kernel para esta versão otimizada, que permite ao EE-PC reconhecer a placa Wireless, tem boot mais rápido e melhora geral no desempenho.

Mas só execute estes procedimentos se você estiver utilizando o Ubuntu 8.10, não faça isso com o Ubuntu 8.04, pois não poderia informar qual seria o desastre causado ao sistema.

Primeiro devemos adicionar o repositório à nossa source list. Num terminal digitamos:

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Adicione no final do arquivo a linha abaixo:

deb http://www.array.org/ubuntu intrepid eeepc

Tome o cuidado de não deixar a linha quebrada, senão na hora de atualizar o sources.list, irá ocorrer erro.

Salve o arquivo e retorne ao Terminal.

Precisamos agora adicionar a chave pública que permite acesso ao repositório, para tal execute os comandos abaixo:

wget http://www.array.org/ubuntu/array-apt-key.asc

sudo apt-key add array-apt-key.asc

sudo apt-get update

Pronto, com estes procedimentos, o repositório está devidamente atualizado. Agora para instalar o Kernel para o EE-PC execute os comandos a seguir:

sudo apt-get install linux-eeepc linux-headers-eeepc

sudo apt-get install linux-eeepc-lean linux-headers-eeepc-lean

Para concluir a atualização, reinicie o EEE-PC.

No Menu do Grub, escolha o primeiro item, que mostra o Kernel para o EEE-PC, mas não se preocupe muito com isto, pois ele será selecionado automaticamente.

Restaurando o Grub

Se vocêtem o Windows e o Ubuntu istalados no mesmo computador e por acaso precisou fazer uma nova instalação do Windows, com certeza o gerenciador de Boot do Ubuntu, o Grub, foi desativado.
Para restaurar o Grub, vamos precisar de um Live Cd do Ubuntu, então coloque o computador para dar Boot por este CD ou DVD, após carregar o sistema vá ao Terminal e digite os comandos:
sudo su
grub
Agora precisamos descobir onde o Grub dá Boot, então digite o comando:
find /boot/grub/stage1

Com base no resultado do comando anterior, já podemos dizer ao Grub qual é a MBR, para isso basta digitar estes dois comandos, fazendo as devidas substituições.

root (hd0,2)

setup (hd0)
Pronto, agora basta sair do Grub, digitando quit.
reinicie o computador e tudo deve estar em seu devido lugar, e o Dual Boot funcionando novamente.