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Enxergando com o Linux!

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DVD Linux Acessível 9.10 disponível

É com grande satisfação que anuncio o lançamento do DVD Linux Acessível 9.10, uma versão remasterizada do Ubuntu 9.10 Karmic Koala. Este DVD tem como foco a acessilidade para pessoas com deficiência visual, tornando o uso do GNU/Linux prático, fácil e com total autonomia na instalação por pessoas cegas ou de baixa visão.

Características do DVD Personalizado :

* Sistema configurado para carregar em português e com o leitor de telas Orca ativado.
* O ampliador de telas para pessoas com baixa visão pode ser ativado rapidamente pela combinação de teclas Insert+A.
* Correção dos problemas com o som referente ao pulse audio.
* Correção no nome da pasta que representa o desktop, pois no Ubuntu 9.10 original vem com o nome de "Área de Trabalho" o que dificulta o funcionamento de alguns programas, por conter acento e espaços no nome.
* Codecs para reprodução de áudio e vídeo.
* Instalados os pacotes referentes ao Flash e Java
*Adicionado o pacote Parcellite para gerenciar a área de transferência
* Instalado o leitor de telas para modo console Espeakup.
* Adicionado script para reconhecimento do modem Sonny Erickson MD300.
* Mozilla Thunderbird 3.0 definido como gerenciador de e-mails padrão do sistema.
* Adicionada uma pasta com manuais para quem está iniciando com as pricipais teclas de atalhos do Orca, Gnome, Nautilus, Firefox…

* Pacote Wine para rodar aplicativos Windows
* Instalados os pacotes Acidrip e DEVEDE para trabalhar com a criação de DVDs.
* Pacote sound converter para conversão de formato de áudio.
* Pacote MP3 Gain para normalizar áudio de MP3s.
* Instalados os pacotes para o Pidgin, Skype e o plugin que controla o Skype via Pidgin.
* Painéis inferior e superior unificados em um único na parte iferior da tela a fim de liberar maior área visível para os programas.
* Sistema atualizado até 24/11/2009.


Download:

linuxacessivel-9.10.iso


Arquivo MD5 para verificação:

linuxacessivel-9.10.iso.md5

Download Ubuntu 9.10 Karmic Koala

Já está disponível o download da nova versão do Ubuntu 9.10 Karmic Koala

http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/

http://darkstar.ist.utl.pt/ubuntu/releases/karmic/

Postagem via celular

Achei uma dica muito interessante no blog do meu amigo Antonio Cezar Locutor e resolvi compartilhar com os leitores do www.linuxacessivel.org, trata-se de uma aplicativo para celular que permite postar no WordPress diretamente do celular.
Veja no link abaixo mais detalhes a respeito e de onde fazer o download.
Blog de Antonio Cezar Locutor

Replico abaixo uma excelente entrevista do Tiago Melo Casal ao site do Leonardo Fontenelle, Tradutor do GNOME para o português do Brasil.

Entrevista com Tiago Casal, tradutor brasileiro do Orca

O leitor de tela Orca é provavelmente um dos softwares melhor traduzidos de todos os tempos, graças aos abundantes comentários que os desenvolvedores deixam para os tradutores entenderem melhor as mensagens sendo traduzidas. No caso da equipe brasileira de tradução do GNOME, a tradução do Orca tem um ingrediente especial: Tiago Melo Casal. Além de revisar a tradução do Orca a cada lançamento, Tiago usa o aplicativo todos os dias e está em contato com vários outros cegos que usam software livre. Com certeza, uma bela forma de se fazer Garantia de Qualidade! Variando um pouco do tema deste blog, convidei Tiago Casal para uma entrevista sobre o estado atual, o histórico e as perspectivas da Acessibilidade do GNOME e outros projetos de software livre.

Começando pelo começo: Você poderia falar um pouco sobre você mesmo?

Sou Tiago, Brasileiro, nasci em 18 de Julho de 1985 em Salvador capital do Estado da Bahia. Sou cego, nasci com Retinose Pigmentar. Atualmente moro no Estado do Ceará, com minha companheira que também é cega.

Diariamente utilizo computador, Orca, GNOME e Linux.

Por volta de 2002/2003, ouvi falar em Linux, em Software Livre e Open Source, me interessei e comecei a procurar e ler na internet textos sobre o assunto. Na época, não havia para Linux recursos de acessibilidade voltados para a realidade dos cegos brasileiros, como síntese de voz (via software) em Português. Havia leitores de tela para modo texto, utilizando síntese de voz via Hardware ou utilizando Linhas Braille, equipamentos que não eram comuns no Brasil. Por outro lado, os softwares de síntese de voz em sua maioria só falavam em Inglês. Leitor de telas para o ambiente gráfico, eu desconhecia.

Comecei a utilizar o Linux com o Linvox em 2004, um projeto brasileiro que trazia num LiveCD o Linux Kurumin com o Dosvox funcionando através do WINE. O Dosvox é um conjunto de programas para cegos com síntese de voz em Português (via software), como Editor de Textos, Navegador de Internet, Cliente de Correio Eletrônico, Telnet Falado e outros programas, inicialmente era para ambiente DOS e depois passou para ambiente Windows, por isso a necessidade do WINE, eu utilizava o Shell no Linux através do Telnet Falado do Dosvox.

Em 2006 criei a lista de discussão Linvox no Yahoo Grupos, onde diversas pessoas trocam experiências sobre Acessibilidade no Linux.

A autonomia dos cegos melhorou com toda a infra-estrutura de Acessibilidade desenvolvida no GNOME, com os leitores de telas para aplicativos em GTK+, principalmente com o Leitor de telas Orca. O Orca fez a diferença e o GNOME tornou-se referência de Ambiente Gráfico Acessível. A primeira distribuição Linux que trouxe o GNOME com Orca e uma maneira simples de um cego iniciar o LiveCD, utilizar o sistema e instalá-lo sem a ajuda de alguém que enxergue, foi o Linux Ubuntu. Comecei a utilizar o Orca com voz em Espanhol em 2006, em 2007 já foi possível utilizar o Orca com fala em Português, graças ao eSpeak, software de síntese de voz com fala em diversos idiomas. De lá para cá, o GNOME e o Orca só têm evoluído, aplicativos em GTK+ têm melhorado a acessibilidade, como o Firefox que deu um grande salto em Acessibilidade com a versão 3.0.

Além do Orca, quais outras qualidades da acessibilidade do GNOME? E o que é que precisa melhorar?

No geral, o GNOME é muito acessível, com desenvolvimento ativo da infraestrutura básica de acessibilidade — ATK/AT-SPI —, do leitor de telas Orca e de outros projetos da área. Em específico para meu caso e das pessoas que não enxergam, podemos utilizar mais de 80% do GNOME em conjunto com aplicativos em [ou que interagem com] GTK2, como: Nautilus, GEdit, Editor de textos do OpenOffice/BROffice, Firefox/Iceweasel, gnome-terminal, Adobe Reader, Brasero, e outros.

A acessibilidade do GNOME está disponível para os aplicativos escritos em GTK2 e utilizando o ATK/AT-SPI, a inacessibilidade aparece quando um aplicativo é desenvolvido sem vínculo com o ATK/AT-SPI e em aplicativos antigos desenvolvidos em GTK1.2 ou anterior. Uma das maneiras de evitar que a acessibilidade seja esquecida seria embutir no GTK+ o código do ATK/AT-SPI. [Nota: o GAIL, que fazia a ponte entre o ATK, foi incorporado ao GTK+ em dezembro de 2007.]

Quão bem funciona o Orca com outros kits gráficos, como o Qt?

Por enquanto o Orca não trabalha com aplicativos em Qt, só com GTK2, PyGTK2, Java (via Java-Access-Bridge)… Talvez seja possível o Orca ler aplicativos em Qt, após os esforços que estão sendo realizados para o AT-SPI utilizar D-Bus.

Como é a acessibilidade do GNOME comparada à de outros ambientes de trabalho livres ou fechados?

Os ambientes em GTK2 se beneficiaram da infraestrutura de acessibilidade do GNOME, tais como XFCE e LXDE, mas o GNOME leva a acessibilidade “mais a sério”, se é que posso me expressar dessa forma. Por enquanto o KDE não fornece a autonomia aos cegos que o GNOME proporciona. Eu desconheço se tem Acessibilidade no Enlightenment e em outros ambientes para Unix e Linux. Não há como comparar o ambiente GNOME com o ambiente da MS, muitos dos leitores de tela para Windows são de terceiros e comerciais, o leitor de tela Narrator da MS não é bom e por isso que se utiliza os outros; comparando o que o leitor de tela Orca faz com o que o leitor de tela NVDA para Windows faz (leitor livre), penso que pulando as questões sobre as diferenças dos ambientes, eles cumprem o propósito, que é permitir o acesso as tarefas do cotidiano, como utilizar o navegador de diretórios e arquivos, navegação na internet, editores de texto, reprodução de multimídia e gravação de CD, etc. Sobre o Mac OS e seu leitor de tela, não tenho o que dizer porque não tenho experiência com Mac OS.

Você testou recentemente algum navegador da web baseado em Webkit? Como anda o suporte a WAI-ARIA?

Tentei utilizar o Google Chrome 3.0.192.0-r19969 para Linux (Webkit), mas não tive acessibilidade ao conteúdo das páginas, a dupla Orca e Firefox (Gecko) é a que está dando certo, os outros navegadores gráficos de internet que testei, sendo em GTK tem acessibilidade nos menus do aplicativo mas não tem acessibilidade na área de exibição das páginas, os em Qt por enquanto são inacessíveis.

O Orca tem suporte com o Firefox a páginas que seguem a especificação WAI/ARIA, o problema da acessibilidade na web está principalmente nos sites que não são desenvolvidos seguindo os padrões de acessibilidade como o WCAG, WAI/ARIA, e novos padrões em desenvolvimento pelo W3C. Acessibilidade é para todos, não é somente para deficientes, desenvolver um site seguindo os padrões de acessibilidade garante que todos poderão ter acesso ao site, que navegadores textuais e navegadores mais antigos iram acessar o site, todos saem ganhando!

Você estava falando do LiveCD do Ubuntu. Quais são, hoje em dia, as distribuições mais acessíveis aos cegos, tanto para uso cotidiano quanto para instalação?

Vou citar algumas distribuições Linux, sendo que eu direi sobre facilidade ou dificuldade tendo como base a utilização por cegos brasileiros, que na sua maioria não têm acesso a hardware de síntese de voz ou Linha Braille, portanto necessita de síntese de voz via software. Para iniciante, eu considero até o momento o Ubuntu a distribuição mais fácil para começar a utilizar o Linux, é possível o cego sem ajuda de alguém que enxerga utilizar via LiveCD, instalar e utilizar diariamente; outra distribuição boa é o Mandriva, também dá para utilizar pelo LiveCD, instalar e utilizar diariamente. Tem também o OpenSolaris, um Unix acessível, dá para utilizar pelo LiveCD, instalar e utilizar diariamente. Voltando para as distribuições Linux, o Fedora 11 veio com GNOME e Orca, vem com um soft de síntese de voz com uma fala em inglês, é uma voz muito boa, mas como só trouxe um idioma, o que dificulta na instalação por pessoas falantes de outros idiomas, após instalar o Fedora 11 e instalando posteriormente falas no idioma de quem está utilizando o sistema, resolve a questão, mas se já tivesse falas em outros idiomas no CD, como o software eSpeak, seria bem melhor. Um amigo testou o OpenSuSE, no geral ele gostou da acessibilidade. É possível utilizar o Slackware, mas no momento é necessário a ajuda de alguém que enxergue na instalação, até que o cego possa utilizar o sistema com algum leitor de tela de modo texto ou um gerenciador de janela em GTK2 com o Orca. Atualmente eu utilizo o Debian, por enquanto o instalador texto não tem software de síntese de voz (só síntese via hardware ou Linha Braille), mas tudo indica que está caminhando para isso na próxima versão, se realmente acontecer será um diferencial muito importante de outras distribuições. Existem e existiram distribuições Linux específicas para cegos, como o Oralux que foi descontinuado, atualmente tem algumas distribuições, mas o interessante é que as grandes distribuições integrem os recursos de acessibilidade disponíveis.

No geral, penso que qualquer distribuição que tiver instalado um software de sínteze de voz (prefiro o eSpeak porque tem fala em diversos idiomas), tiver um leitor de tela de modo texto e tendo o GNOME como gerenciador de janelas (que já vem com o Orca), já dá para um cego utilizar o sistema, dá também se o gerenciador de janelas for em GTK2 (LXDE ou XFCE, configurando algumas variáveis dá para ter acessibilidade).

Então o eSpeak tem uma opção de voz para português do Brasil? Eu ia mesmo perguntar quais são as opções de síntese de voz para brasileiros. O Dosvox, imagino, não funciona com o Orca.

Falando mais um pouco sobre o TTS (Texto para Fala) eSpeak: as regras do eSpeak para falar em português do Brasil foram implementadas pelo amigo Cleverson Uliana (em outubro/novembro de 2006), permitindo a utilização do Orca e outros leitores por mais pessoas no Brasil, antes da tradução do eSpeak para Português do Brasil utilizávamos o TTS Festival com fala em Inglês ou Espanhol, existia uma fala para o Festival em Português mas não era de fácil instalação e com a dependência de um componente extra com licença restritiva. Outro TTS com falas em Português do Brasil é o MBROLA (Banco de dados de voz BR1, BR2 e BR3), a licença do MBROLA é livre e restritiva em alguns pontos, a distribuição Oralux que foi descontinuada, vinha com fala em alguns idiomas e em Português utilizando o MBROLA. Atualmente está em desenvolvimento o Banco de Dados de Voz BR4 em MBROLA, fala conhecida como Liane TTS, em desenvolvimento pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e pelo NCE/UFRJ (Núcleo de computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro), é uma fala Brasileira com qualidade; também está em desenvolvimento um driver para a utilização da Liane TTS com o GNOME e o Orca, sendo testado pela comunidade com êxito; a Liane TTS também é utilizada pelo Dosvox no Windows. Se a pessoa desejar, pode utilizar o eSpeak como interface para se utilizar as falas do MBROLA, como as falas Brasileiras BR1, BR3 e até a BR4 (Liane TTS), utilizar as falas em outros idiomas do MBROLA, também as regras para o Português do Brasil foram feitas pelo Cleverson Uliana, com isso, pode-se utilizar o MBROLA via eSpeak com o Orca e outros leitores, no Linux e no Windows. Há alguns softwares de síntese de voz comerciais, cito o VoxIn por ser o melhor em minha opinião, com opções de fala em diversos idiomas e pelo valor ser barato, custa em torno de 5 euros a fala para cada idioma disponível.

O Dosvox é um conjunto de programas, é desenvolvido no NCE/UFRJ, inicialmente era para DOS e depois passou para Windows, tem uma síntese de voz própria e em Português, também pode utilizar outros TTS em SApi4 e/ou SApi5 (sistema de fala da MS), e suporta Liane TTS. Penso que existe um projeto para portar o Dosvox para Linux, mas por enquanto quem gosta do Dosvox
utiliza ele no Linux através do WINE, como é um sistema de programas com fala não há necessidade de leitor de tela para os programas do Dosvox, também como o WINE não é em GTK+ ele não é acessível para o Orca.

O que significa BR1, BR2, BR3, BR4?

É o nome dos arquivos com o banco de dados de voz para mbrola, as letras são a sigla do país e o número indica normalmente ordem cronológica de lançamento (pode ser o aprimoramento do lançamento anterior como pode ser um outro produtor que fez um novo banco de dados de voz naquele idioma). O MBROLA tem uma página com amostras em arquivos .wav dos bancos de dados de voz. As vozes do mbrola br1, br2 e br3 (masculinas) são do mesmo produtor e na prática não tem muita diferença, enquanto a br4 (feminina) está sendo desenvolvida pelo Serpro e NCE/UFRJ.

Na hora de usar o computador, existe alguma diferença entre ter nascido cego e ter-se tornado cego já quando criança ou adulto?

Para a pergunta é difícil de dar uma resposta definitiva, pois varia muito de pessoa para pessoa, depende se a pessoa gosta de computador ou tem desejo de aprender a utilizar, o grau de aprendizagem e de habilidade da pessoa, o que ela quer obter utilizando o computador; levando esses fatores em conta, penso que não há diferença se a pessoa é cega desde que nasceu ou se ficou cega, penso que a diferença está mais nas características pessoais de cada um.

Quais são as suas expectativas para o GNOME 3.0?

Espero que o GNOME continue acessível, que mais desenvolvedores contribuam para a acessibilidade ser aperfeiçoada e que a Acessibilidade seja intimamente ligada ao GNOME 3, que GNOME e aplicativos em GTK sejam sinônimos de Acessibilidade.

Você gostaria de deixar mais algum recado para os leitores do site?

Antes, gostaria de agradecê-lo pelo convite para essa entrevista, gostei de responder às perguntas, respondi de acordo com o que penso sobre os assuntos, espero ter contribuído em algo para os leitores.

Indico as seguintes páginas em português:

* Lista de discussão Linvox no Yahoo Grupos
* Site Linux Acessível do amigo Fabiano Fonseca

Acessibilidade é do interesse de todos! Parabéns a todos que fazem o GNOME! Um forte abraço a todos os meus familiares e amigos.

Clique aqui para ver o post original.

Faaaaaaaaala galera!

Instalei a extensão do Firefox Mediaplayer connectivity.

O que é isso?

Não tem aqueles links de mídia de páginas que abrem um popup e a rádio começa tocar?

Pois é… Essa extensão pega esse audio ou vídeo e joga para o player de sua preferência.

Agora ela está funcionando e antes não.

Não sei se orque tinha tanto firefox na minha máquina mais do que não sei o que ou sei lá. Mas o fato é que removi a pasta /home/andrecarioca/.mozilla e configurei tudo de novo e blz.

Também tem a coincidência de eu não ter mais o Webvisum enquanto ele funcionou.

Então vamos lá…

O legal é que o Totem e o gnome-mplayer tem volume independente do sistema e aí tu pode ouvir música sem que o Orca te atrapalhe.

Chega de lenga..

Se quiser utilizar o Totem.

No firefox

Ferramentas, complementos, seta para direita até a aba plugins e desative o plugin totem-mozilla. Você pode até remover se não for usar mais…

Na mesma janela,seta à direita até a aba extensões.

Tab até uma caixa de edição e digiti mediaplayer

Tudo junto.

Beleza… vai aparecer uma lista com o tab onde você vai achar o mediaplayer connectivity e aí dê tab até adicionar ao Firefox.

Depois vá no botão instalar agora..

Vai pedir pra reiniciar o firefox. Faça isso.

Pronto.

Ele vai abrir um assistente.

Ele vai permitir que você escolha quais mídias abrir ou melhor tipos e que programas abrirá.

Normalmente seu player padrão será encontrado.

Atenção:

No menu ferramentas do firefox vai ter um híten chamado mediaplayer connectivity.

apos aplicar ou enserrar o assistente, verifique um erro.

Entrando nessa opção e em configurações, ele vai achar o totem para todo tipo de mídia. Porém ele colocará o caminho como como /usr/bin/X11/totem, quando na verdade no Ubuntu ele está em /usr/bin/totem.

Pronto..

Todo tipo de mídia embutida em site que você clicar no Link vai abrir no Totem…

A se preferir, em vez do totem você pode usar o gnome-mplayer, Rhythmbox, ou seja o player que preferir.

Só atente para o fato de que os referidos plugins desses players para o firefox temq ue estar desativados, assim como desativamos no totem.

O Gecko-mediaplayer que eu recomendei ontem quando falei do terra TV agora já não se faz necessário.

Espero ter ajudado com essa dica!

Site sobre tecnologia móvel

Está no ar o site do Miguel Fernandes, onde ele fala sobre tecnologia móvel e outros vários assuntos relacionados a deficiência visual, sempre na perspectiva da acessibiçlidade
Miguel é um grande conhecedor das tecnologias móveis e se você quiser saber um pouco mais a respeito deste assunto, vale a pena uma visita ao site

Codecs Proprietários No Ubuntu 9.04

Olá, pessoal!
Como já é de nosso conhecimento, o ubuntu não trás em sua instalação os codecs necessários para a reprodução de vários formatos de áudio e vídeo. Então, podemos dar um jeito nisso, adicionando esses codecs ao sistema de forma muito simples.
Vamos editar o sources.list:
sudo gedit /etc/apt/sources.list
no final do arquivo, vamos adicionar a linha
deb http://packages.medibuntu.org/ jaunty free non-free
Salve e feche o arquivo.
Agora, vamos instalar a chave pública do repositório adicionado, com o comando
sudo apt-get install medibuntu-keyring
Finalmente, instalaremos os codecs:
sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras
sudo apt-get install w32codecs
ou
sudo apt-get install w64codecs
de acordo com sua distribuição.
Agora, será possível reproduzir todos (ou quase todos…) os formatos de mídia mais encontrados na internet.

Pidgin com suport ao chat do facebook

Para além dos plugins para o skype, twitter e tantas outras aplicações, informo da existência dum plugin do pidgin para dar suporte ao chat do Facebook. Sendo a interface web acessível quanto baste, este plugin permite bastante mais comudidade nas conversas no facebook, visto que não se torna necessário abrir o firefox e utilizar a interface web.
Esta e a página do pidgin-facebookchat. Para instalar no ubuntu basta executar no terminal:

sudo apt-get install pidgin-facebookchat

Utilizando o twitter através do pidgin

O Twitter é uma comunidade de amigos e pessoas desconhecidas que enviam pequenas mensagens com algum tipo de informação; por exemplo pequenas dicas.
Alguns exemplos de mensagens:
Lançada a versão 3.5 do firefox.
Disponível a versão 2.7.4 do orca.
Começou o jogo!!

As mensagens podem ter no máximo 140 caracteres e são enviadas para os seguidores de quem as enviou.

Para utilizar o twitter você precisa criar uma conta no .
A página está em inglês e tem aquela imagem com alguns caracteres para você digitar. Talvez você precise de um olho amigo para ajudar na criação da sua conta.

Uma vez criada a sua conta você ganha uma página na internet aonde as mensagens enviadas e recebidas por você são armazenadas. Nessa página também fica uma referência para os usuários que te seguem e para os usuários que você segue.
O endereço da página é formado pelo prefixo http://www.twitter.com/usuario, onde usuário é a sua conta no twitter.
A minha conta no twitter é jvesouza e a minha página é http://www.twitter.com/jvesouza. Se você visitar essa página vai encontrar lá todas as besteiras que escrevi, bem como a relação das pessoas que sigo e das pessoas que me seguem.

A partir da sua página e devidamente logado, você pode enviar e ler mensagens, mas existe na minha opinião um modo mais prático, principalmente se você utiliza o pidgin. A vantagem é que a interface é praticamente a mesma que utilizamos para enviar e receber mensagens no MSN. Como sempre teremos de instalar um plugin no pidgin.

No endereço pidgin-microblog você vai encontrar um plugin chamado pidgin-microblog, responsãvel por fazer a interface entre o twitter e o pidgin.

Se você é usuário do ubuntu, a instalação do plugin pode ser feita da seguinte forma:

1) Adicione no arquivo /etc/apt/sources.list as seguintes linhas:
deb http://ppa.launchpad.net/sugree/ppa/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/sugree/ppa/ubuntu jaunty main

Troque jaunty por hardy ou intrepid de acordo com a versão do ubuntu que está instalada na sua máquina.
Você precisa ter permissões de super usuário para editar o arquivo /etc/apt/sources.list.

2) Importe a chave para o repositório adicionado no passo 1 executando o seguinte comando:
sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0CF459B8DF37ED8B

3) Instale o plugin executando os seguintes comandos:
sudo apt-get update
sudo apt-get install pidgin-microblog

Pronto, estálação completa! Ative o pidgin, e verifique se o plugin de nome Twitgin está habilitado. Para tal vá em ferramentas e depois em plugins. Na minha instalação é o penultimo plugin.

Agora só falta você configurar no pidgin a conta do twitter, da mesma forma que vocÊ fez para o msn, skipe e etc.
Na caixa do protocolo você deve escolher Twitter IM. Cuidado pois tem o Old Twitter IM e o Twitter IM, escolha o segundo, twitter IM.
Coloque nos campos de usuário e senha o usuário e senha que você criou no twitter.

Deve aparecer no pidgin um novo grupo chamado twitter e dentro desse grupo um usuário chamado twitter.com. Envie através do pidgin uma mensagem para esse usuário, da mesma forma que você enviaria para um usuário msn. Visite a sua página no twitter e se tudo correu como esperado a mensagem que você enviou deve aparacer na sua página.

Algumas dicas:
Quando você visita a página de alguém e se você estiver logado no twitter, vai aparecer um botão na página para que você possa se tornar um seguidor desse alguém. O rótulo desse botão é follow.
Tudo que você escreve no twitter é público, qualquer pessoa pode ler.
Eu utilizo o twitter também para receber notícias da bbc brasil twitter da bbc brasil. Vem uma mensagem curta com um pequeno resumo da notícia e um link apontando para a notícia. Caso eu queira ler essa notícia, coloco o cursor no link e utilizando o modo de revisão do orca clico com o botão direito do mouse. Vai aparecer um menu a partir do qual eu posso abrir o link no firefox.

Dica sovre memória Swap

Complementando a dica do colega Vilmar, quando deixamos o computador ligado por muito tempo e notamos uma certa lentidão, podemos melhorar seu desempenho esvaziando a memória Swap. Para isto, execute no Terminal os comandos:

sudo swapoff -a

O comando acima desativa o uso da memória Swap.

sudo swapon -a

Agora com este comando acima ativamos novamente a memória Swap e com isto ela estará vazia para uso novamente pelo sistema.

A memória virtual é um recurso utilizado pelos sistemas operacionais para aumentar a quantidade de memória disponível no seu computador.
Ela é usada quando a memória RAM está totalmente utilizada pelos aplicativos em execução. Quando um aplicativo precisa de uma área de memória e não existe na memória ram espaço suficiente para atender a essa demanda, o sistema salva na memória virtual partes de outros programas que ocupam a memória ram, liberando espaço para atender a demanda. As partes salvas na memória virtual voltarão para a memória ram quando necessário.

Quando se instala o linux é normalmente reservado uma partição para a memória virtual. Essa partição é conhecida como área de swap.
Existe uma regrinha que geralmente a gente não segue, pela qual deveriamos reservar um espaço equivalente ao dobro da memória ram para a memória virtual. Por essa regra, se a memória ram é de 1MB, deveriamos reservar 2MB para a memória virtual.

No linux o comando swapon -s mostra a o tamanho total da memória virtual e a quantidade utilizada.

A memória virtual também é finita, e acaba como a memória ram.
Felizmente á possível aumenta-la desde que você tenha área em disco disponível.

Pode-se aumentar o tamanho da partição atualmente utilizada para a área de swap.
Pode-se criar uma nova partição para a área de swap e o sistema passa a trabalhar com duas partições.
Pode-se ainda trabalhar com um arquivo comum, o que facilita bastante o processo. nesse caso o sistema vai utilizar a partição já existente e um arquivo comum.

Até o kernel 2.6, o uso de arquivos como área de swap não era recomendado pois existiam problemas de performance. Isso foi resolvido no kernel 2.6.

Chega de conversa fiada e vamos aos passos para extendermos a memória virtual utilizando um arquivo.
Nesse exemplo vou adicionar mais 1 giga na memória já existente.

1) Crie um arquivo com o tamanho de 1 giga utilizando o seguinte comando:
sudo dd if=/dev/zero of=/var/swapfile1 bs=1M count=1024
Atenção pois o M que vem depois do número 1 é maiusculo.
/var/swapfile1 é um nome qualquer, você pode utilizar outro nome e o arquivo pode ser colocado em qualquer diretório.

2) Informe ao sistema que o arquivo criado no passo anterior será um arquivo utilizado para swap. Para tal utilize o seguinte comando:
sudo mkswap /var/swapfile1

3) Instrua o sistema para que ele utilize o arquivo criado nos passos 1 e 2 utilizando o seguinte comando:
swapon /var/swapfile1

Se tudo correu como deveria, você acaba de adicionar mais um giga de memória na área de swap do seu sistema. Com pouco trabalho e sem precisar tirar o sistema do ar.

Para confirmar se tudo está ok, utilize o seguinte comando:
swapon -s

Falta ainda um pequeno detalhe, pois quando você fizer um reboot o que foi feito no passo 3 será perdido.
Para evitar esse transtorno, inclua no arquivo /etc/fstab a seguinte linha:
/var/swapfile1 swap swap defaults 0 0

Troque /var/swapfile1 pelo nome do arquivo que você criou no passo 1.
Bastante atenção ao editar o arquivo /etc/fstab, faça uma salva antes.

Alguns comentários:
Na minha mãquina eu não tenho partição para a área de swap, só arquivos. Quando fui instalar o 9.04 eu já tinha 4 partições criadas no hd. Instalei sem área de swap e depois adicionei um arquivo.

Você pode criar mais de 1 arquivo e misturar o uso de arquivos e partições para a área de swap.

Caso você não queira mais utilizar um arquivo ou partição como área de swap, utilize o comando swapoff da seguinte forma:
swapoff /var/swapfile1
Naturalmente você deve trocar /var/swapfiel1 pelo nome do arquivo ou partição e remover a entrada equivalente no /etc/fstab.

Áreas de trabalho no ubuntu

O gnome, ambiente da interface gráfica utilizado pelo ubuntu e outras distribuições linux, utiliza um conceito chamado de workspace, ou área de trabalho.

Área de trabalho é o espaço aonde as janelas abertas pelas várias aplicações em execução são apresentadas. É possível configurar o gnome para que ele utilize mais de uma área de trabalho. Dessa forma podemos distribuir a apresentação das janelas entre as várias áreas configuradas. Mal comparando, seria como se estivessemos utilizando  um computador com mais de um monitor de vídeo, sendo cada um dos monitores uma área de trabalho.

A vantagem de se utilizar mais de uma área de trabalho é que podemos organizar melhor a distribuição das várias janelas abertas.

Normalmente eu utilizo no meu dia a dia 8(oito) aplicações que ficam abertas constantemente. Se elas estiverem todas em uma única área de trabalho, pode ser que eu precise pressionar alt+tab até 7 vezes para chegar a uma certa janela,  pressupondo que  cada aplicação só tenha aberto uma única.

O que eu faço é distribuir as várias aplicações em 3 áreas de trabalho.
Na primeira área eu coloco o terminal, o gedit, o eclipse e o tomboy notes, ferramentas utilizadas por mim para o desenvolvimento e manutenção de aplicativos.

Na segunda eu coloco o pidgin, o firefox e o thunderbird, ferramentas utilizadas para lidar com coisas da internet.

Na última área eu coloco o virtual box aonde eu tenho uma máquina virtual windows.

Com essa organização eu posso a qualquer momento alternar por exemplo para a segunda área de trabalho e acessar  apenas as aplicações que estão sendo apresentadas lá, pidgin, firefox ou thunderbird.

A configuração default do ubuntu utiliza duas áreas de trabalho chamadas de mesa 1 e mesa 2. Para modificar essa configuração pressione as teclas ctrl+alt+tab até que o orca fale  painel inferior. Pressione a tecla tab até você ouvir alternador d áreas de trabalho e pressione shift+f10. Será ativado um menu aonde você deve escolher a opção          preferências. Será apresentada uma tela na qual você pode configurar a quantidade de áreas de trabalho, o nome para cada uma delas e algumas outras opções.

Para alternar entre as áreas de trabalho utilize as teclas ctrl+alt+setas. O orca anuncia o nome da área que foi ativada.

Para mover uma janela para uma certa área de trabalho, pressione alt+Espaço com a janela em foco. Vai aparecer um menu e uma das opções é a de mover para uma outra área de trabalho.

Estou utilizando e gostando bastante, sugiro experimentarem.

Atualizando o pidgin no ubuntu 9.04

A versão do pidgin instalada no ubuntu 9.04 é a 2.5.5. No momento em que escrevo esse post a versão mais nova  é a 2.5.7.
Nela é corrigido entre outras coisas um problema de conexão com o yahoo.
Oficialmente o pessoal do ubuntu não costuma disponibilizar versões mais novas dos aplicativos nas distribuições, a menos que as correções sejam por conta de algum problema de segurança.
Se você deseja fazer a atualização para essa versão de maneira rápida e fácil, execute os seguintes passos:

1) Inclua no final do arquivo /etc/apt/sources.list  a seguinte linha:
deb http://ppa.launchpad.net/pidgin-developers/ppa/ubuntu jaunty main

2) Importe a chave de validação do novo repositorio executando no terminal o seguinte comando:
sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 67265eb522bdd6b1c69e66ed7fb8bee0a1f196a8

3) Execute os seguintes comandos para atualizar:
sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade

Com isso você instala a versão mais nova do pidgin e toda vez que uma nova for liberada ela vai aparecer na lista dos aplicativos para ser atualizada.

Escrevi um outro dia um post mostrando como montar partições automaticamente com o início do sistema, editando o arquivo /etc/fstab.
Mexendo um pouco mais por aqui, encontrei uma nova maneira de se fazer isso, talvez um pouco mais prática:
Supondo que queiramos a partição /dev/sda3, por exemplo, montada e pronta para uso assim que o sistema carregar, basta seguir esses passos:

  1. Vamos ao menu principal/sistema/preferências/aplicativos de seção e pressionamos enter.
  2. Procuramos, com a tecla tab, o botão "adicionar" e pressionamos a barra de espassos.
  3. Temos então um campo editável, onde podemos dar um nome ao que estamos adicionando.
  4. Pressionando a tecla tab, estaremos no campo editável onde vamos inserir o seguinte comando:
    gnome-mount --device /dev/sda3
    Se quisermos um ponto de montagem específico para a partição, podemos colocar o comando da seguinte forma:
    gnome-mount --device /dev/sda3 -m ponto_de_montagem
    Devo lembrar que a pasta que usei como exemplo, "ponto_de_montagem" não precisa ser criada por nós na pasta /media, pois o aplicativo gnome-mount, gentilmente, fará isso por nós, toda vez que o sistema for iniciado.

  5. Pressionamos a tecla tab novamente e estaremos no campo editável onde, caso queiramos, podemos inserir um comentário.
  6. Pressionaremos a tecla tab até localizarmos o botão "adicione" e em seguida, barra de espassos.
  7. Tab novamente até o botão "fechar" e já podemos reiniciar o computador para termos nossa partição devidamente montada!

Instalando o VirtualBox no ubuntu 9.04

O VirtualBox é um software que permite a criação de máquinas virtuais.
Ele pode ser executado em várias plataformas como linux, windows,
solares e mac.
O site do software é o www.virtualbox.org.
O software possui duas versões, uma open source e outra mais completa,
que pode ser utilizada sem custos, desde que para uso pessoal.
Utilizei na minha instalação a versão completa, lançada em 17/12/2008. A
instalação foi feita em um laptop dell latitude d630 com 2GB de memória.

INSTALAÇÃO:
Para instalar o software devemos executar os seguintes passos:
1. Incluir no arquivo /etc/apt/sources.list a seguinte linha:

deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian jaunty non-free

2. Instalar a chave publica para o pacote:
wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/sun_vbox.asc
-O- | sudo apt-key add -

3. Instalar o VirtualBox:
sudo apt-get update
sudo apt-get install virtualbox-2.2

Durante o processo de instalação serão feitas algumas perguntas. Não as
tenho de cabeça mas me lembro ter respondido o default.
É sugerido também a instalação do pacote dkms mas se a memória não me
falha essa instalação é feita automaticamente quando se instala o virtualbox.
Esse pacote garante a tualização de alguns módulos do virtualbox caso
haja algum upgrade do kernel.

CRIAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL
Para criar, configurar e controlar uma máquina virtual, utilizamos o
comando VBoxManage que deve ser executado através do terminal.
O comando é escrito com as letras V, B, e M maiusculas. Existe também
uma interface gráfica mas ela não é acessivel. Tudo que é feito na
interface gráfica pode ser feito também com o comando VBoxManage mas a
recíproca não é verdadeira.

Para criar a máquina devemos executar o seguinte comando:
VBoxManage createvm -name xp -ostype WindowsXP -register

PARAMETROS:
-name -- nome da máquina virtual (no nosso exemplo a máquina se chama xp).
-ostype -- tipo da máquina que está sendo criada (no nosso exemplo
estamos criando uma máquina windows xp).
-register -- a máquina deve ser registrada para o virtualbox.

Para listar os tipos de máquina virtual suportados pelo virtualbox
utilize o seguinte comando:
VBoxManage list ostypes

CONFIGURAÇÃO

Para especificar a quantidade de memória em mega bytes a ser utilizada
pela máquina virtual devemos utilizar o seguinte comando:
VBoxManage modifyvm xp -memory 512

Para especificar a sequencia de boot como na bios devemos executar:
VBoxManage modifyvm xp -boot1 dvd -boot2 disk -boot3 floppy -boot4 net
A máquina vai tentar fazer o boot inicialmente pelo dvd. Caso não
consiga ela vai tentar pelo disco, floppy e finalmente pela placa de rede.
Se quisermos eliminar o floppy da sequencia de boot podemos utilizar
o seguinte comando:
VBoxManage modifyvm xp -boot3 none

Utilizei tambem o seguinte comando:
VBoxManage modifyvm xp -ioapic on
Não sei para que serve, parece ter alguma relação com o tratamento de
IRQS. Tive alguns problemas quando não utilizei. Também não adianta
mudar após a instalação do windows.

Vamos ter de associar à nossa máquina virtual um dvd para que a
instalação do windows possa ser feita quando a máquina virtual for
inicializada.
Podemos usar o dvd do computador ou usar uma imagem iso que esteja
gravada em disco.
Para usar o dvd do computador vamos utilizar o seguinte comando:
VBoxManage modifyvm xp -dvd host:/dev/cdrom
Para utilizar uma imagem iso vamos utilizar:
VBoxManage modifyvm xp -dvd abc.iso
Substitua no comando o abc.iso pelo caminho da sua imagem iso.

CRIANDO UM DISCO PARA A MÁQUINA VIRTUAL
Para criar um disco utilizamos o seguinte comando:
VBoxManage createhd -filename disco1 -size 2000 -format VDI -static
-register

PARAMETROS:
-filename -- nome do disco (no nosso exemplo disco1).
-size -- tamanho do disco (no nosso caso 2 GB).
-format -- formato do disco (no nosso exemplo VDI). Existem ainda o VMDK
e o VHD.
-static -- indica que o espaço total do disco vai ser alocado no momento
da criação. Se não for especificado o espaço será alocado quando necessário.

Para associar o disco criado com a máquina virtual utilizamos o seguinte
comando:
VBoxManage modifyvm xp -hda disco1

PLACA DE REDE
A configuração da placa de rede é bastante simples, principalmente se
voce for utilizar a máquina virtual apenas para acessar a internet e
outros serviços. Se voce precisar acessar a máquina virtual a partir de
uma outra máquina, é bem simples também.
Vamos configurar considerando o primeiro caso, apenas para acesso à
internet e outros serviços.
VBoxManage modifyvm xp -nic1 nat
Salvo enganos até 8 placas podem ser configuradas. Utilize -nic1,
-nic2, -nic3 e etc.

SOM
Uma coisa que com certeza vamos querer é configurar a nossa placa de
som, até porque queremos instalar um leitor de telas na máquina virtual.
VBoxManage modifyvm xp -audio alsa
Eu utilizei o alsa como driver porque disabilitei o pulse audio na minha
máquina. Para quem não fez isso substitua no comando o alsa por pulse.
VBoxManage modifyvm xp -audio pulse

Se eu não me esqueci de nada a configuração está pronta. Podemos
conferi-la utilizando o seguinte comando:
VBoxManage showvminfo xp|less

Estamos prontos para ativar a máquina virtual. Como não instalei a
versão open source, a primeira vez que a máquina for ativada algumas
perguntas serão feitas. Infelizmente essa tela não é acessivel e por
isso vamos precisar de um olho amigo. De qualquer forma vamos precisar
porque o windows precisa ser instalado.

Para ativar a máquina virtual devemos utilizar o seguinte comando:
VBoxManage startvm xp
Uma vez ativada e respondida as perguntas iniciais, podemos alternar
entre a máquina virtual e a máquina linux pressionando o ctrl da direita
e logo após alt+tab.

Após a instalação do windows é recomendável a instalação de um pacote
chamado virtual guest additions. A instalação é feita através do windows.
Este pacote vai incorporar algumas melhorias para a máquina virtual.
Duas que eu considero bem interessantes:
1. A possibilidade da criação de um diretório na máquina linux para a
troca de arquivos entre as duas máquinas.
2. O compartilhamento da área de transferencia. Isso me permite por
exemplo copiar um texto que está sendo editado no gedit para dentro do
bloco de notas do windows.

Para a instalação desse pacote a máquina virtual deve estar ativa e o
comando a ser executado na máquina linux é o seguinte:
VBoxManage controlvm xp dvdattach
/usr/share/virtualbox/VBoxGuestAdditions.iso
Isto vai apresentar para o windows um cd no qual o pacote reside. Se
tudo correr bem o processo de instalação no windows deve ser disparado
automaticamente e a gente vai apenas clicar no next.

ALGUNS COMANDOS UTEIS:

VBoxManage controlvm xp reset
Faz um reboot da maquina chamada xp.

VBoxManage controlvm xp poweroff
Desliga a máquina como se a gente tivesse puxado a tomada!

VBoxManage controlvm xp acpipowerbutton
Tenta encerrar a máquina normalmente.

Montar Partições Automaticamente

Montar discos e partições automaticamente pode ser muito
confortável para quando, por exemplo, estivermos ouvindo música e
precisarmos rodar justamente aquela pasta que se encontra em uma
partição ou em um hd que ainda não está montado. Então, vamos por mãos à
obra!
Primeiramente, precisamos criar a pasta ou pastas onde serão
montadas as partições. Vamos ao terminal e digitamos:
sudo mkdir /media/teste
Para cada partição que vamos montar, devemos criar uma pasta em
/media, com o comando acima.
Agora, vamos editar o arquivo fstab:
sudo gedit /etc/fstab
Para cada tipo de partição, a linha, que deve ser inserida no final
do arquivo fstab, tem conteúdo diferenciado.
Para verificar o tipo de suas partições, faça no terminal:
sudo fdisk -l
Vamos pegar como exemplo a pasta "teste" criada anteriormente e
montaremos a partição sda3.

fat32:

/dev/sda3 /media/teste vfat defaults,utf8,umask=007,gid=46 0 1

NTFS:
Neste caso, substitua "XXXX" pelo uid de seu usuário. Poderá verificar
isso digitando no terminal:
id nome_do_usuário

/dev/sda3 /media/teste ntfs,uid=XXXX 1 0

Ext3:
/dev/sda3 /media/teste ext3 defaults 0 2

Reiserfs:

/dev/sda3 /media/teste reiserfs defaults 0 2

Agora, basta salvar o arquivo e reiniciar o computador. Se tudo correu bem, teremos as partições já montadas assim que o sistema carregar!